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A motivação para as práticas de gestão do conhecimento na gestão de segurança pública

Flaviane Aparecida da Silva

O artigo retrata a importância das práticas de gc na administração pública, visando a maior eficiência, destacando a área de segurança pública.

1. INTRODUÇÃO


No atual cenário de mudanças na gestão da segurança pública onde o estado deixa de ser o único protagonista e passa a compartilhar as suas ações com vários atores, devido a descentralização da administração pública, surge a necessidade de criar meios para institucionalizar a integração dos diversos agentes. Neste contexto, a Gestão do Conhecimento tem recebido cada vez mais atenção da administração pública, especialmente, dos órgãos de segurança pública. A esfera pública tem procurado compreender o significado de GC e encontrar formas de gestão que garantam impactos eficientes no desempenho da organização.

Os temas e problemas relacionados à gestão da segurança pública são muito complexos e alertam para a necessidade de ampliação dos debates que envolvem segurança para a agregação de novos atores, cenários e paradigmas às políticas públicas de segurança. Com isso, surge a necessidade de promover ações integradas entre os diversos atores, compartilhar informações e gerenciar o conhecimento.

O tema gestão do conhecimento na administração pública é bastante atual. A abertura constitucional de 1998 que introduziu o paradigma do Estado Democrático de Direito, que tem como principio maior a "soberania popular" onde o Estado necessita de legitimidade vinda do povo (VIEIRA, 2002, pg. 13) foi um meio propulsor. Com a participação do povo este passa a exigir do estado prestações de serviços mais eficientes. E os Gestores percebem a necessidade de gerenciar as informações existentes na organização para aumentar a eficácia de suas ações.

Esta pesquisa tem o escopo de analisar as mudanças ocorridas na gestão da segurança pública no que se refere a implementação de praticas de Gestão do Conhecimento

OBJETIVO


Analisar o tema Gestão do Conhecimento (GC) na organização pública de segurança para entender a origem e os motivos pelos quais incentivou a Secretaria Nacional de segurança Pública (Senasp) a implantar práticas de GC.

    O CONTEXTO DA SEGURANÇA PÚBLICA ANTES DA INICIATIVA


O sistema de segurança pública no século XX foi marcado pela oscilação entre autonomia estadual e controle federal (DURANTE, 2010). Nesse cenário, a gestão da segurança pública evidenciava uma visível ausência de mecanismos institucionais de incentivo à cooperação e articulação sistêmica entre órgãos de segurança pública.

A partir de 1988, o controle da violência e criminalidade recebeu um novo tratamento constitucional. Ao mesmo tempo em que a segurança pública passa a ser um dever do Estado se torna um direito e também uma responsabilidade de todos. Assim, a articulação entre o dever estatal o direito e a responsabilidade individual e coletiva deixou de centrar apenas na figura do Estado controlador e proporcionou um instigante desafio no campo da gestão pública brasileira, exigindo mediação entre Estado e sociedade na resolução de problemas da violência (DURANTE; SANDES, 2009, pg. 117).

Neste redesenho, a descentralização administrativa, abre espaço para novos atores e a reorganização da gestão pública (PERONE, 2006). É nesse sentido, mas de forma mais abrangente, que o constitucionalista SILVA (2004) explica que:

A segurança pública não é problema apenas de polícia, pois a Constituição, ao estabelecer que a segurança é dever do Estado, direito e responsabilidade de todos (art.144), acolheu a concepção de que é preciso que a questão da segurança pública seja discutida e assumida como tarefa e responsabilidade permanente de todos, Estado e população (...) se faz necessária uma nova concepção de ordem pública, em que a colaboração e integração comunitária seja os novos e importantes referenciais (SILVA, 2004, pg. 72).

A década de 1990 o cidadão passa a exigir maior eficiência dos gestores desta área, principalmente diante do agravamento da insegurança no país proporcional aos vastos investimentos públicos.

A União, Estados e municípios gastam conjuntamente, e cada vez mais, bilhões de reais, chegando a percentuais de 3% a 4% do seu PIB, no pagamento do custo do serviço contra a violência e a criminalidade.(...) Contudo, as expectativas dos gestores públicos frustram-se frente à avaliação criteriosa dos resultados dos seus projetos, programas e políticas públicas, tendo em vista o montante dos investimentos realizados (BLAZECK, 2007).

A questão da segurança pública torna-se, nos últimos tempos, uma das maiores preocupações da população brasileira, das autoridades e dos órgãos governamentais. Na última década, a questão da segurança pública passou a ser considerada problema fundamental e principal desafio ao estado democrático de direito no Brasil. A questão da segurança ganhou enorme visibilidade pública e está cada vez mais presente nos debates tanto de especialistas como do público em geral.

O direito à segurança, na verdade, é o direito guardião dos direitos fundamentais, pois sem segurança todos os demais direitos valerão muito pouco ou quase nada, e o chamado Estado de direito se transforma no estado da desordem, da insegurança e do desrespeito à ordem juridicamente constituída (Alvim, 2003, pg. 5).

Em 1997, foi criada a Secretaria Nacional de Segurança pública (Senasp) e em 2000 foram traçadas as diretrizes e proposta de um Plano Nacional de Segurança Pública (PNSP) e instituiu-se o Fundo Nacional de Segurança pública (FNSP), mas somente em 2003 que iniciou a implantação de um Sistema Único de Segurança pública (Susp) com o objetivo de institucionalizar a construção articulada entre os órgãos de segurança pública (DURANTE, 2010). O Senasp deixa de ser apenas um banco de distribuição de recursos e passa a compor o ciclo da gestão das ações e políticas de segurança pública (DURANTE, 2010).

Com isso, houve a criação do Sistema Nacional de Gestão do Conhecimento em Segurança pública (SNGCSP), a partir de um diagnóstico do sistema onde foram identificados problemas na estrutura de coleta e análise de dados estatísticos tanto da Senasp quanto dos outros órgãos de segurança. De acordo com DURANTE (2010) foram destacados vários problemas: alta precariedade da arquitetura da base de dados e da infraestrutura de TI; baixa rotinização nas etapas de gestão da coleta e análise de dados estatísticos; falta de padronização e falta de transparência tanto para a população quanto para os próprios gestores.

    GESTÃO DO CONHECIMENTO E GESTÃO DA SEGURANÇA PÚBLICA

O cenário atual é de vasta complexidade. Em um ambiente repleto de informação combinado a necessidade de selecionar informações precisas com maior eficiência e rapidez. É nesse contexto, que a "gestão do conhecimento se transforma em um valioso recurso estratégico" (STRATEGY RESEARCH CENTER, 2004, pg. 53) para a eficiência da organização. "A grande questão da gestão do conhecimento é disponibilizar a informação certa, na hora certa e no lugar certo" (STRATEGY RESEARCH CENTER, 2004, pg. 59).

Discutir a utilização efetiva da Gestão do Conhecimento na administração dos governos estaduais vem ocupando um espaço considerável nas instituições de segurança pública, em função do clamor da sociedade por soluções para o combate à criminalidade e, do Plano Nacional de Segurança Pública e suas conseqüentes ações. Muito há para ser feito e reeditado no que diz respeito à troca de experiências, compartilhamento de recursos aplicados para o envolvimento tecnológico de forma mais racional, e satisfação do cidadão pelos serviços públicos prestados (VEIGA, 2007, PG.

No mundo contemporâneo o conhecimento se faz cada vez mais fundamental. No entanto, ser uma organização composta por pessoas que "sabem" não proporciona, por si só, o conhecimento, mas, faz a diferença quando este conhecimento é gerenciado. O mais novo desafio das organizações é a implantação de processos que criem, gerenciem, armazenem e disseminem o conhecimento (STRATEGY RESEARCH CENTER, 2004).

Como preleciona ALVARNGA NETO (2002) a área de gestão do conhecimento surpreendeu quem apostava num modismo, pois, tem apresentado um consistente paradigma gerencial para esse século.

Para a Administração Pública é uma novidade que está em fase inicial e ainda precária. Não é fácil quebrar a cultura enraizada de que serviço público não precisa ser bom, rápido e eficiente e precisa seguir tradicionalmente uma burocracia arcaica. As pessoas estão cada vez mais exigentes. Os gestores percebem a necessidade de mudança. "No contexto das organizações públicas, a administração é tradicionalmente rotulada de ineficiente e pouco produtiva, sendo entendida como um obstáculo para o desenvolvimento sócio-econômico do país" (LEOCÁDIO e SANTOS, 2008, pg. 2). A necessidade de mudanças e a busca da eficiência estão cada vez mais latentes.

Mas é preciso pessoas interessadas em compartilhar conhecimento, para isso, é preciso "condições capacitastes" que favoreça a criação do conhecimento para a organização. A GC é o conjunto de atividades voltadas para a promoção deste conhecimento que possibilitará que a organização e os seus colaboradores tenham acesso as melhores práticas e conhecimento disponíveis (ALVARENGA NETO, 2005).

(...) o conhecimento só existe na mente humana e entre as mentes. O conhecimento fora deste contexto é visto como informação e a GC ganha terreno a partir da compreensão de que sua terminologia é metafórica, uma vez que o conhecimento é inerente aos seres humanos e não se transfere ou se compartilha com facilidade ou espontaneidade. (ALVARENGA NETO, 2005, pg. 18)

Se o conhecimento esta na mente humana ele precisa ser transferido e "Transferir conhecimento consiste em transformar conhecimentos individuais em conhecimentos coletivos, isto é, conhecimento organizacional" (ALVARENGA NETO, 2005, pg. 18). A grande questão da segurança pública é encontrar um ambiente favorável para a transferência de conhecimento entre os diversos atores com relacionamentos conturbados e ambientes complexos. "Diferente de outros recursos, o conhecimento quando transferido não é esgotado na pessoa" (ALVARENGA NETO, 2005, pg. 18).

As organizações públicas são consideradas sistemas dinâmicos, extremamente complexos, interdependentes e inter-relacionados que envolvem grandes fluxos informações, estruturas organizacionais, pessoas e tecnologias (LEOCÁDIO e SANTOS, 2008, apud DIAS, 1998). Portanto, "Quanto maior e mais complexa a organização, menor a probabilidade de se encontrar a melhor informação e o melhor conhecimento" (ALVARENGA NETO, 2005)

Nas empresas privadas, a gestão do conhecimento pode proporcionar vantagem competitiva quando melhora a qualidade de produtos e serviços, aumenta a satisfação dos clientes, inova processos, eleva a produtividade e, conseqüentemente, aumenta a rentabilidade e o desempenho em relação à concorrência. Já no setor público, essa finalidade é bem mais ampla, isto é, transcende a finalidade de melhorar o desempenho organizacional e vai até o tratamento de temas relevantes para a sociedade, com o mínimo de recursos e com tempestividade (LEOCÁDIO e SANTOS, 2008, pg. 3 apud BATISTA, 2006).

Assim, as organizações públicas encontram-se pressionadas por parte dos cidadãos quanto à maior eficácia na utilização dos recursos cada vez mais escassos. "A Gestão do Conhecimento traz novas opções e práticas que podem ajudar a administração pública a se tornar mais efetiva e melhorar a sociedade a que serve." (LEOCÁDIO e SANTOS, 2008, pg. 3)

Conhecimento não é simplesmente uma "coisa" explícita e tangível como a informação, mas informação combinada com experiência, contexto, interpretação e reflexão. Conhecimento envolve a pessoa como um todo, integrando os elementos de pensamento e sentimento (BATISTA, QUANDT, PACHECO, TERRA, 2005, pg. 89).

As organizações públicas perdem conhecimentos valiosos com o desligamento de funcionários antigos, justamente porque não transformam o conhecimento individual, útil para a organização, em conhecimento da organização. Este conhecimento precisa ser gerenciado em um ambiente que favoreça a conexão entre os colaboradores.

Gestão do Conhecimento é um processo sistemático de conectar pessoas com pessoas, e pessoas com o conhecimento de que elas precisam para agir eficazmente e criar novo conhecimento. As iniciativas de Gestão do Conhecimento visam melhorar o desempenho de uma organização e das pessoas que nela trabalham, por meio de identificação, captura, validação e transferência de conhecimento (BATISTA, QUANDT, PACHECO, TERRA, 2005, pg. 88).

O conhecimento produzido na organização precisa ser útil para os colaboradores e para a organização. O incentivo a colaboração, na área de segurança pública, foi o primeiro passo. É preciso planejamento e gestores mais engajados. Falar de gestão do conhecimento na área da administração pública sem duvida e uma grande inovação que precisa ser ampliada para outras áreas. A organização do conhecimento é capaz de adaptar as mudanças do ambiente no momento preciso e de maneira eficaz (CHOO, 2003)

    ANALISE DESCRITIVA - DA IMPLANTAÇÃO AO RESULTADO

Esta análise foi baseada na implantação do Sistema Nacional de Gestão do Conhecimento em Segurança Pública sob a responsabilidade de MARCELO OTTONI DURANTE, (2010). Segundo DURANTE (2010) o período de implantação do sistema foi marcado por intensas resistências resultantes principalmente da inexistência de uma cultura de gestão pública entre os gestores no Brasil.

5.1 Motivadores


Os motivadores para a implantação de GC foram ameaças e oportunidades. A SENASP tinha a necessidade de construir o conhecimento necessário para auxiliar a execução de tarefas gerenciais (DURANTE, 2010). Precisava compartilhar as informações com os diferentes atores envolvidos no processo de segurança pública e as informações eram perdidas causando alto custo para a vida do cidadão e para os cofres públicos. Foi também, uma oportunidade para os gestores trazerem mais eficiência para a organização e facilitar a participação da sociedade construindo uma relação de confiança e credibilidade.

O desafio era solucionar os problemas que comprometiam a eficiência e credibilidade da gestão da segurança pública:

· Ineficiência na estrutura de coleta, organização e disseminação de informações devido a inexistência de uma gestão estratégica da informação;

· As melhores práticas não eram compartilhadas e as informações eram perdidas na organização ocasionando "duplicação de esforços" e "retrabalho";

· Urgência em se criar um contexto favorável para a formação do conhecimento passagem de uma cultura individualista para uma cultura integrada;

· Promover a aprendizagem organizacional e facilitar ao acesso das informações necessárias para ampliar as competências dos gestores.

5.2 Objetivos


Alguns objetivos foram traçados com a criação do Sistema Nacional de Gestão do conhecimento em Segurança pública, segundo DURANTE (2010) visava:

· Promover a credibilidade, a integridade e a qualidade das informações oficiais e aproveitar para resgatar a confiança pública;

· Democratizar o acesso as informações para viabilizar a participação dos cidadãos;

· Possibilitar a integração dos diversos órgãos de segurança pública, justiça criminal e sociedade civil;

· Atuar como instrumento de gestão para planejamento, execução e avaliação de políticas de segurança pública nacional, regionais e local possibilitando o monitoramento pelos responsáveis;

· Promover a eficiência, eficácia e efetividade dos órgãos e a sua inovação;

· Incorporar outras fontes de informação para compreensão e atuação das dinâmicas sociais da criminalidade.

5.3 Recursos utilizados


Foram utilizados recursos humanos, financeiros, materiais e tecnológicos.

    Recursos humanos: mais de 80 profissionais dos órgãos de segurança foram designados para produzir informações e a equipe do Senasp composta de 12 especialistas envolvendo sociólogos, economistas, geógrafos, advogados, cientistas da computação e estagiários
    Recursos financeiros: R$250 mil foram alocados para o pagamento de consultores para a criação de ferramentas computacionais para efetivar a coleta e disseminação de informações e padronização dos processos.
    Recursos materiais e tecnológicos: parte do processo de coleta de informação é realizada via papel, a outra é disponibilizada pelos gestores de estatísticas via internet. Os processos de coleta contam co a Rede Infoseg que é o Datacenter

5.4 Resultados


Foram empreendidas as atividades de monitoramento e avaliação de resultado em três áreas especificas: o processo de coleta de dados e qualidade das informações; o uso efetivo dos subsídios produzidos e a melhora na produção das estatísticas.

O sistema de monitoramento está implementado desde 2004 e em uso efetivo.

O Observatório Democrático de Práticas de Prevenção está disponível na internet há mais de cinco anos, funcionando como sistema de coleta e difusão de conhecimento sobre práticas de prevenção, já possui mais de 200 práticas cadastradas.

O sistema está em funcionamento a seis anos e está em fase de amadurecimento já apresenta eficiência na fonte de informação para determinar quais municípios devem ser priorizados para receber recursos.

    CONCLUSÃO


Os resultados mostram a importância das políticas de Gestão do Conhecimento para a eficiência da Gestão da segurança pública. Mas, há grande diferença entre reconhecer a importância da GC e sua implementação. Na gestão pública os resultados são ainda muito tímidos devido a grande resistência de participação e compartilhamento entre os colaboradores. Não basta apenas investimento, tecnologia e captação de estatística precisa de comprometimentos dos envolvidos. "O recurso conhecimento não está sendo bem alavancado e explorado pelos atores da segurança pública. Ele se encontra na cabeça dos agentes e autoridades, nas suas vivências diárias" (VIEIRA, 2007, pg. 3).

Atualmente, os órgãos de segurança pública vêm melhorando o sistema de coleta de dados a veracidade das estatísticas, mas ainda, a preocupação com o conhecimento que cada membro da organização pública carrega é muito pequena. Ao se desligar da organização o conhecimento é levado pelo funcionário que pode usá-lo tanto para o bem quanto para o mal (VIEIRA, 2007).

Enfim, após análise da implantação do sistema SNGCSP conclui-se que, o que os gestores de segurança pública estão chamando de Gestão do Conhecimento na verdade pode ser entendido como a Gestão da Informação. Portanto, "a informação organizada é o ponto de partida para quaisquer outras iniciativas de Gestão do Conhecimento" (ALVARENGA NETO, 2002, pg. 152). ALVARENGA NETO (2002) explica que a gestão da informação é o elo entre os recursos e ativos informacionais e a gestão estratégica, na medida que estes recursos são utilizados para o desenvolvimento da organização.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS

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