A tensão entre igualdade e liberdade articulada nas experiências constitucionais paradigmáticas do Estado Liberal, do Estado Social e do Estado Democrático de Direito.

Diálogos

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Alexandre Araújo Costa 20/10/08 às 15h10

Sobre o último parágrafo

Desirée, gostei do seu artigo, do modo como ele evidencia a complexidade da decisão. Penso apenas que ao final existem dois pontos a serem pensados.

Achei um pouco estranho afirmar que o Estado Democrático é um paradigma, que isso não é a mesma coisa de haver um Paradigma Democrático para o Estado. Talvez eu esteja exagerando na literalidade, mas achei que, dito desse modo, fica parecendo que o Estado que existe é o paradigma, e não que existe um modelo de legitimidade democrática a partir do qual nós o avaliamos.

E, quanto à última citação do Kant, por mais que eu goste do modo como ela foi feita, intuo que o que ele queria dizer é que isso que pomos a priori não é a nossa cultura (que é histórica e a posteriori), mas o modo de ser da nossa racionalidade.

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