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Contribuição do lúdico na construção do conhecimento infantil e na prática docente

Aline Ferreira de Andrade
    Faculdade de tecnologia equipe Darwin departamento de pós-graduação contribuições do lúdico na construção do conhecimento infantil e na prática docente Aline ferreira de Andrade Brasília, 2012 contribuições do lúdico na construção do conhecimento infantil e na prática docente Aline Ferreira de Andrade, Angélica Crispim.

      Resumo


   O trabalho desenvolvido tem como intuito análise de como as atividades lúdicas favorecem a construção do conhecimento das crianças na educação infantil e também a contribuição de tais estratégias à prática educativa. Sendo assim, permeia os estudos e estratégias psicopedagógicas que fazem o uso de brincadeiras para a condução do processo educativo e, por conseguinte o estudo de particularidades dos indivíduos que auxiliam na produção do conhecimento de maneira mais consistente e atrativa. São citados alguns objetos influenciadores do processo bem como, a interação social da criança com o meio, as influencias culturais e emocionais e prevenção de dificuldades. Trata-se, portanto, de um estudo com alternativas significativas ao trabalho docente por promover aos professores da educação infantil um embasamento necessário à prática educativa que considera os sujeitos da aprendizagem como seres únicos e dotados de saberes específicos.

Palavras-chave: Aprendizagem. Prática docente. Lúdico. Educação infantil.

   ABSTRACT The work has as objective analysis of how the play activities favor the construction of knowledge of children in kindergarten and also the contribution of such strategies for educational practice. Thus, studies and permeates psychopedagogical strategies that make use of play for driving the education process, and therefore the study of special individuals of which assist in the production of knowledge more consistently and attractive. Some objects are cited as well as influencing the process, the child's social interaction with the environment, cultural influences and emotional difficulties and prevention. It is, therefore, a study with meaningful alternatives to promote the teaching of early childhood education teachers need a foundation for educational practice that considers the subject of learning as beings endowed with unique and specific knowledge. Keywords: Learning. Teaching practice. Play. Preschool.

   Graduada em Pedagogia pela Faculdade UNIMONTES. Especializanda em Educação Infantil pela Faculdade de Tecnologia Equipe Darwin. Professora orientadora. Especialista em Gestão Estratégica de Pessoas.                                                                                              


     Introdução


  Estudos psicopedagógicos retratam contribuições que o lúdico pode propiciar ao processo de ensino-aprendizagem na Educação Infantil. Busca-se dessa maneira, uma análise sobre as reais contribuições que os jogos e brincadeiras podem proporcionar ao avanço da aprendizagem no início da vida escolar das crianças, afinal, sabe-se que nesse período é possível encontrar muitas dificuldades quanto aos métodos de ensino e também quanto à assimilação pelas crianças dos esquemas de aprendizagem.      
  Objetiva-se, portanto, um estudo de meios capazes de favorecer a uma aprendizagem significativa e prazerosa, capaz de promover a construção de aspectos reflexivos e críticos, além de possibilitar ao educador a elaboração de uma proposta didática eficaz.
  O trabalho realizado além de pretender analisar as contribuições do lúdico no processo ensino-aprendizagem na Educação Infantil, busca também promover um ensino natural e prazeroso, promover por meio da atividade lúdica fatores diagnósticos do nível de aprendizagem ou de eventuais dificuldades de aprendizagem e proporcionar novas experiências afetivas, social e cognitiva, tudo dentro de uma perspectiva psicopedagógica, portanto, os relatos giram em torno de como o uso das atividades lúdicas podem contribuir para a produção do conhecimento. Verifica-se a possibilidade da utilização de tais procedimentos didáticos fornecerem um embasamento teórico para uma prática envolvente, natural, que permita o desenvolvimento da autoconsciência do educando, a interação social, além de outros como o cognitivo e afetivo. Para tanto, são citados alguns autores da psicologia do desenvolvimento humano que realizaram estudos e experimentos envolvendo brincadeiras durante o processo de ensino-aprendizagem em uma visão interacionista e socioconstrutivista. Complexiodade da prática docente na educação infantiu.
    Muitos estudos já desenvolvidos relatam dificuldades encontradas no processo de ensino-aprendizagem, e uma dessas dificuldades estão voltadas para a complexidade e dinamicidade do processo de ensino em si no qual exige o trabalhar individual com os sujeitos da aprendizagem.   
  Contudo o trabalhar individual aqui referido não se trata de dar atenção como uma mãe assim o faz, mas conhecer melhor o aluno, afinal, sabe-se que os indivíduos não são homogêneos quanto à absorção do conhecimento, pois cada um carrega uma particularidade necessária à compreensão do que lhe é ensinado. No início da vida escolar das crianças torna-se, portanto, essencial a transmissão do conhecimento de acordo com a capacidade individual, conquanto que o profissional seja capaz de produzir um ambiente propicio a apresentação do “novo” de forma agradável e prazerosa respeitando as necessidades particulares. Contudo, é notório que muitos profissionais da Educação Infantil muitas vezes encontram dificuldades na elaboração do seu método de trabalho por não detectar tais particularidades e consequentemente não saber posicionar as crianças frente ao objeto de estudo. Acaba que a execução do seu trabalho torna muito mais complexo para si próprio do que para o aprendiz. Em vista disso, é fundamentalmente necessário que os docentes da Educação Infantil busquem alternativas que promova no seu método de ensino a eficácia do trabalho desenvolvido. Para (Caiado, 2011): A criança tem um jeito próprio de encarar novas etapas que vão surgindo em sua vida. Muitas vezes pais e educadores encaram esses acontecimentos com maior dificuldade que a própria criança que está passando por determinada vivência. O ideal é que o professor tenha algumas atitudes, estratégias e comportamentos que favoreçam uma melhor aceitação do desenvolvimento dessa criança no ambiente escolar e até mesmo no seu dia-a-dia, podendo até colocar em prática certos conhecimentos adquiridos, porém de forma meio que inconsciente.
   Como relatado, em muitos casos, percebe-se que muitas dificuldades de aprendizagem estão relacionadas ao uso métodos de ensino por parte do professor e tendo como foco o trabalho desenvolvido com crianças que estão no início de uma vida escolar, a busca segue em criar e possibilitar métodos de aprendizagem capazes de proporcionar um ambiente propício a produção do conhecimento e a uma facilitação do trabalho docente. A brincadeira como princípio norteador do processo educacional. Por se tratar de um trabalho desenvolvido com crianças, e como se sabe criança e brincadeiras estão intimamente ligadas, a idéia muito lógica seria de conciliar aquilo que a criança já traz na sua vida social como contribuição para a construção do processo de aprendizagem. Basicamente, para funcionar como um princípio norteador contribuinte à elaboração das ferramentas de trabalho do professor e também à produção do conhecimento do aluno. Sendo assim, a psicopedagogia oferece uma alternativa relacionada às atividades lúdicas como condutoras do desenvolvimento mental, cognitivo e social, onde, por meio da brincadeira a criança consegue desenvolver habilidades que facilitarão o processo de aprendizagem, diferente de um simples jogar para competir a brincadeira se tornou algo considerável para as crianças. Almeida, 2011 diz que: O lúdico tem sua origem na palavra latina “ludus” que quer dizer “jogo”. Se se achasse confinado a sua origem, o termo lúdico estaria se referindo apenas ao jogar, ao brincar, ao movimento espontâneo. O lúdico passou a ser reconhecido como traço essencial de psicofisiologia do comportamento humano. De modo que a definição deixou de ser o simples sinônimo de jogo.

   As implicações da necessidade lúdica extrapolaram as demarcações do brincar espontâneo. Tendo como alternativa a visão psicopedagógica sobre a influência do lúdico no processo de ensino-aprendizagem cabe aqui uma análise de como seria de fato possível observar as contribuições que os métodos utilizados pela psicopedagia, no que se refere à ludicidade, ao aprender brincando, sejam realmente significativos à produção do conhecimento e à elaboração do método didático, em vista disso seria interessante ressaltar os dois segmentos teóricos mais comuns entre os psicopedagogos.
   Dentre alguns teóricos citados pela psicopedagogia se destacam a visão piagetiana e a visão vygotskyana, onde ambos relatam a importância da brincadeira no ato de aprender. Na visão de Vygotsky, o docente deve oferecer às crianças brincadeiras que estejam de acordo com a zona de desenvolvimento em que ela se encontra, pois afirma que o brinquedo cria uma zona de desenvolvimento proximal na criança 6 sendo, portanto, necessário o conhecimento da sua teoria para o desenvolvimento da prática. Para ele, É enorme a influência do brinquedo no desenvolvimento de uma criança. É no brinquedo que a criança aprende a agir numa esfera cognitiva, ao invés de agir numa esfera visual externa, dependendo das motivações e tendências internas, e não por incentivos fornecidos por objetos externos. (Vygotsky,1989, p.109) Por sua vez, Piaget se refere à brincadeira como atividade percussora, capaz de aguçar o desenvolvimento intelectual da criança, a qual é essencial como método de aprendizagem a ser utilizado pelos professores da educação infantil. “A atividade lúdica é o berço obrigatório das atividades intelectuais da criança sendo por isso, indispensável à prática educativa” (Piaget, 1998). Ele se dedicou a estudar o brinquedo (objeto) para entender a importância do efeito da interação entre pessoa-objeto no decorrer do desenvolvimento humano. Além disso, sua teoria evidencia os fatores cognitivos e emocionais além da dimensão afetiva que permeia as interações sociais durante a brincadeira. Aspectos gerais que o lúdico pode proporcionar ao processo educativo. Um aspecto também importante apresentado pela psicopedagogia é o seu olhar investigativo sobre o educando, o que também se faz necessário a todo educador.
    Esse olhar permite interpretar os elementos diagnósticos fundamentais na prática educativa, como detectar dificuldades, fornecer atividades de acordo com o nível de aprendizagem e também favorecer a prevenção dessas dificuldades. (Luchetti, 2011) afirma que: A psicopedagogia pode cooperar com o trabalho realizado na Educação Infantil, principalmente na prevenção de futuros problemas de aprendizagem, oferecendo meios para que seja melhor trabalhado o desenvolvimento infantil, podendo assim apontar direções para o planejamento de atividades a serem realizadas com as crianças, assim como sinalizar eventuais dificuldades que as crianças dessa faixa etária podem apresentar , e com isso estará contribuindo para a constituição do processo da organização psíquica. Ainda sobre diagnósticos, (Weiss, 2007) também concorda que no diagnóstico o uso de situações lúdicas é mais uma possibilidade de se compreender, 7 basicamente o funcionamento dos processos cognitivos e afetivos - socais em suas interferências mútuas, no modelo de aprendizagem do paciente, ou seja, facilita a compreensão do processo por parte do educador em relação ao nível de desenvolvimento e eventuais problemas de aprendizagem, além de possibilitar a observação dos caracteres emocionais da criança, a maneira como ela se vê e vê o mundo que a cerca. Esses fatores emocionais possíveis de serem captados por meio dos diagnósticos são de fato fundamentais quando o educador tem o interesse de trabalhar com o sujeito respeitando as suas particularidades, afinal, ao conhecer o indivíduo, ele concorrerá para uma prática transformadora, capaz de revelar os limites e capacidades de seu educando. Isso pode ainda favorecer o desenvolvimento de maturação da criança na formação da sua personalidade, prepará-la para eventuais situações que enfrentará futuramente. “O jogo para a criança é o exercício é a preparação para a vida adulta. “A criança aprende brincando, é o exercício que a faz desenvolver suas potencialidades” (LOPES, 2005, p.35). E para o professor os benefícios são de construir métodos de ensino preventivos às dificuldades de aprendizagem, pois, para (Menezes, 2011): Os professores da educação infantil que não possuem um olhar psicopedagógico sobre a compreensão do desenvolvimento e da aprendizagem de seus alunos, no que se refere às relações entre afetividade e cognição, apresentam maiores dificuldades na organização de uma proposta de intervenção pedagógica, que contribua para a prevenção das dificuldades de aprendizagem. Portanto, os estudos psicopedagógicos revelam também que a interação que a criança construiu com o ambiente familiar e sócio-cultural são de grande valia para o professor formular a sua proposta pedagógica, pois, nesse sentido, ele poderá contemplar a brincadeira como princípio norteador das atividades didáticas. Assim, o que a criança manifestar por meio da ludicidade, facilitará na percepção das relações que ela mantém com o mundo. De acordo com (NEGRINE, 1994, p.20) “quando a criança chega à escola, traz consigo toda uma pré-história, construída a partir de suas vivências, grande parte delas a partir da atividade lúdica”. Ou seja, a psicopedagogia tem a proposta de perceber o sujeito da aprendizagem como ator de um processo o qual considera tudo o que está a sua volta.
    O lúdico além de facilitar a visão da relação da criança sobre o social, ainda pode promover o resgate das influências culturais e, por sua vez, torna a escola 8 como um espaço de resgate cultural, de valorização social, de reprodução do conhecimento adquirido em gerações passadas, além de transpor a emoção do imaginário infantil. Através do lúdico e de sua história são recuperados os modos e costumes das civilizações. As possibilidades que ele oferece à criança são enormes é capaz de revelar as contradições existentes entre a perspectiva adulta e a infantil quando da interpretação do brinquedo; travar contato com desafios, buscar saciar a curiosidade de tudo, conhecer; representar as práticas sociais, liberar riquezas do imaginário infantil; enfrentar e superar barreiras e condicionamentos, ofertar a criação, imaginação e fantasia, desenvolvimento afetivo e cognitivo. (FEIJÓ, 1992, p.185). E como alternativa de trabalho bastante eficaz, o lúdico insere uma perspectiva de aprendizagem prazerosa, de forma objetiva e natural, onde a criança se dispõe liberalmente à produção do conhecimento de forma inconsciente, mas, construtiva e diversificada. O professor, como mediador do conhecimento, exerce apenas a função de intermediar o processo e observar as brincadeiras que podem facilitar a assimilação do que é proposto e a evolução dos aspectos cognitivos de seus alunos. A atividade acaba por ser prazerosa por não impor limites e regras abstratas. “Para a criança, a brincadeira gira em torno da espontaneidade e da imaginação. Não depende de regras, de formas rigidamente estruturadas. Para surgir basta uma bola, um espaço para correr ou um risco no chão”. (VELASCO, 1996).
    O brincar permite com que a criança possa desenvolver suas potencialidades por completo e de maneira geral, as atividades lúdicas conseguem promover de forma significativa novas experiências afetivas, sociais, motora e cognitiva, dentro de um ambiente educacional agradável e prazeroso. O brinquedo facilita a apreensão da realidade e é muito mais um processo do que um produto. E, ao mesmo tempo, a atividade e a experiência envolvendo a participação total do indivíduo. Exige movimentação física, envolvimento emocional, além do desafio mental que provoca.” (RAMOS, 2011)Conhecimentos necessários ao desenvolvimento da prática.
    É interessante ressaltar que a utilização de recursos lúdicos no processo de aprendizagem exige uma interpretação por parte do educador das teorias que tratam a psicologia do desenvolvimento humano. Portanto, cabe aos professores que se 9 interessam pelo uso das atividades lúdicas obterem o conhecimento de tais teorias e de como praticá-las. Uma vez que estas consideram o desenvolvimento humano como um processo natural e social. Não seria o fato de simplesmente utilizar tais métodos de forma aleatória, sem se preocupar com os resultados, mas, usá-las consciente de que o método será eficaz à produção do conhecimento. Segundo (KRAMER apud MEC/SEF/COEDI, 1996 p.19): ...é preciso que os profissionais de educação infantil tenham acesso ao conhecimento produzido na área da educação infantil e da cultura em geral, para repensarem sua prática, se reconstituírem enquanto cidadãos e atuarem enquanto sujeitos da produção do conhecimento. Em suma, deve-se ressaltar que não seria o caso de os professores da educação infantil exercerem em sala a função do psicopedagogo, mas, como alternativa de trabalho fazer uso de instrumentos psicopedagógicos, como o lúdico, para melhoria e aperfeiçoamento da sua prática, bem como para facilitar e desenvolver uma proposta pedagógica que além de eficaz seja prazerosa. Que aguce a vontade da criança em conhecer o “novo”, a avançar, a sonhar e construir novos horizontes por meio da relação que tem com o mundo e com os seres que estão à sua volta. Afinal, como diz Piaget, “os jogos não são apenas como uma forma de desabafo ou entretenimento para gastar a energia das crianças, mas meios que enriquecem o desenvolvimento intelectual”. (PIAGET apud ALMEIDA, 1974 p. 25)
    Quando o trabalho tem um direcionamento para métodos de aprendizagem que envolve brincadeiras, não quer dizer necessariamente que está se abandonando a seriedade e a importância dos conteúdos a serem apresentados. O que muda de fato é a questão do estudo centrado apenas nos conteúdos, uma vez que as brincadeiras dão espaço para uma aprendizagem natural. A defesa dessa prática traz mudanças significativas ao processo de ensinoaprendizagem, pois, esse ensino diferenciado torna-se mais compatível com a própria existência de vida humana.   


      Considerações finais


  Foi possível perceber neste trabalho de pesquisa teórico as reais contribuições do lúdico para a produção do conhecimento das crianças que estão recém chegando ao ambiente escolar. Isso, devido às possibilidades demonstradas no decorrer da pesquisa de como uma simples brincadeira que já faz parte do seu cotidiano ou até mesmo jogos com regras são capazes de abrir novos horizontes a prática educativa. Tais possibilidades foram concluídas após análise sobre as estratégias psicopedagógicas, utilização do lúdico no processo de ensinoaprendizagem, no trabalho pedagógico. Percebeu-se que o lúdico favorece os fatores emocionais, a medição do nível de cognição e assimilação das crianças, o resgate das influências culturais, a interação do aluno com o meio social e ainda a prevenção e possível identificação de problemas de aprendizagem. Tudo isso, que por meio da brincadeira foi identificado, serve de instrumento para a promoção de uma prática educativa enriquecedora. O professor consegue criar métodos de aprendizagem de acordo com o nível de conhecimento do aluno, utilizar materiais de fácil acesso, pois a brincadeira muitas vezes não depende de muitos recursos, permite perceber os caracteres individuais do educando, podendo assim observá-los como seres únicos e sociais o que, por sua vez, facilita ao professor o ensino individualizado, de acordo com as necessidades específicas de seus alunos e permite que se crie um ambiente prazeroso a produção do conhecimento. E quanto aos conhecimentos exigidos aos educadores que queiram promover tal prática, não há de se considerar como algo tão difícil de ser almejado, pois, normalmente nos cursos de professores são ministrados conteúdos voltados ao estudo da psicologia da aprendizagem, a qual enfatiza as experiências utilizadas por estudiosos das teorias do desenvolvimento humano, principalmente, Piaget e Vygotsky que são os mais comuns. Portanto, não seria muito sacrifício para os professores incrementarem a sua prática com a utilização de métodos psicopedagógicos que de fato favoreçam a melhoria do ensino e da aprendizagem. 


    Referências bibliográficas


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   ALMEIDA, Paulo Nunes de. Educação lúdica: técnicas e jogos pedagógicos 9.ed. São Paulo: Edições Loyola, 1974.
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KRAMER, Sonia. Currículo de educação infantil e a formação dos profissionais de creche e pré-escola: questões teóricas e polêmicas. In: MEC?SEF/COEDI. Por uma política de formação do profissional de Educação Infantil. Brasília-DF, 1994.
   LUCCHETI, Alessandra. A contribuição da psicopedagogia na Educação Infantil. Disponível em: http://blig.ig.com.br/aprenderaprender/2009/06/acontribuicao- da-psicopedgogia-na-educacao-infantil. Acesso: 15 nov 2011.
   MENEZES, Clarissa Paz de. Contribuição da piscopedagogia para a educação infantil. Disponível em: http://www.psicopedagogia.com.br/artigos/artigo.asp? entrID=802. Acesso: 28 dez 2011.
   NEGRINE, Airton. Aprendizagem e desenvolvimento infantil. Porto Alegre: Prodil, 1994.
   PIAGET, J. A. A psicologia da criança. Ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil,1998.
   RAMOS, Maria da Conceição Aparecida L. Jogar e brincar: representando papéis, a criança constrói o próprio conhecimento e, consequentemente, sua própria personalidade. Disponível em: http://www.icpg.com.br/artigos/rev01-07.pdf. Acesso: 27 mai 2012.
   VELASCO, Cacilda Gonçalves. Brincar: o despertar psicomotor. Rio de Janeiro: Sprint Editora, 1996.
   VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins, 1984. WEISS, Maria Lucia Lemme. Psicologia clínica: uma visão diagnóstica dos problemas de aprendizagem escolar. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007.

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