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moto - continuo

w.s.g
 Este artigo tem por finalidade estabelecer bases teóricas para o moto-continuo, visto que o grande ceticismo em relação ao assunto decorre do fato de não se ter uma explicação para esta maquina, o que levou a muitas especulações errôneas sobre o assunto.  De acordo com a primeira lei da termodinâmica, um moto - continuo não pode existir por que enviaria mais energia para seu exterior do que aquela que consome. Para começar segundo a entropia, a transformação de energia em trabalho  irreversível, então a energia que ele geraria para transformar em trabalho não poderia ser transformada em energia novamente. De acordo com isso, o moto - continuo não gera energia, mas transforma a própria energia em trabalho para movimentar outro sistema. Indo em frente, um moto - continuo não fornece mais energia ao seu exterior do que a que consome, e sim a mesma quantidade, pois o sistema que fosse ligado a ele passaria a ser parte integrante do mesmo, e entrariam em equilíbrio, como supõe a lei zero da termodinâmica.  O funcionamento do moto - continuo acontece da seguinte maneira: o sistema começa uma reação em cadeia com a energia contida dentro de si própria. Essa energia inicial sendo o suficiente para realizar o primeiro ciclo, fara com que o sistema continue em funcionamento, pois a energia que ser aplicada a cada ciclo tem a mesma quantidade. Deve-se ressaltar que a que a energia inicial tem de ser mais que o suficiente para iniciar o movimento, para que o sistema gere mais trabalho do que consome, podendo assim aumentar seu movimento.  A energia utilizada pelo moto - continuo esta contida no átomo, que em contato com a meteria gera um campo de força, o que me leva a crer que em curto prazo um moto - continuo  seja possível com a utilização de imãs. Portanto não é feito para criar energia como muitos dizem, mas para libera-la.  Apesar de se dizer que não se pode criar nem destruir energia, ela deve ter um ponto de partida. Assim como o big bang liberou parte da energia contida na matéria do universo, o moto - continuo liberaria a energia contida dentro da matéria que iria compor seu sistema de uma forma continua e regular. Sendo assim ele teria de ser projetado da mesma forma que supostamente ocorreu o big bang; fazendo com que as partes integrantes de seu sistema lutem para conseguir espaço.  Ainda falando sobre a primeira lei da termodinâmica, o moto - continuo não liberaria mais energia do que a que consome, porque ele não consome energia de fora do sistema, (o que teria de ser necessário para fazer essa lei valer)mas consome a si próprio. Portanto essa lei é invalida para um moto - continuo, já que essa lei só tem validade para sistemas que recebam energia de fora para realizar trabalho.  A segunda lei da termodinâmica diz que o moto - continuo não pode existir porque teria um rendimento de 100%. Porem eu acredito que ele realmente tenha cem por cento de aproveitamento, pois a energia que seria gerada a cada ciclo tem que ser mais que o suficiente para completa-lo o ciclo . A transformação de parte da energia em trabalho e parte em calor só foi observada em sistemas que recebem a energia de seu exterior, mas mesmo produzindo a própria energia parte dela será transformada em calor. De qualquer forma a energia gerada ainda seria muito rentável já que não utilizaria energia de fora do seu sistema.  As leis da termodinâmica que supostamente tornam invitavel a construção de um moto - continuo, em grande parte só valem para sistemas que recebam energia externa para realizar trabalho e não para sistemas que utilizam a própria energia interna para realizar trabalho. Talvez isso entra-se em desacordo com a segunda lei da termodinâmica, que diz que o processo de calor em trabalho jamais ocorrera com 100% de aproveitamento, mas não o calor que sera transformado em trabalho.  As leis da termodinâmica que supostamente impedem a criação de um moto - continuo, não podem ser aplicadas para esse tipo de maquina, pois elas servem para explicar a relação de um sistema, a energia aplicada a esse sistema de um meio externo e o trabalho realizado pelo mesmo. Porem um moto - continuo não é esse tipo de maquina, pois não recebe energia de um meio externo e sim produz a própria energia.  já que as leis termodinâmicas não se aplicam corretamente a uma maquina de movimento perpetuo, não há nada que impeça o seu desenvolvimento, pois mesmo sendo difícil fazer com que um sistema se alimente de si próprio, não é impossível. Só é necessário que se dedique mais tempo ao estudo desse tipo de movimento.  Dito isso começarei a explicitar o que eu considero como bases para a criação de um moto - continuo.

 Deve haver uma troca simultânea de energia entre todas as partes integrantes do sistema, fazendo com que todas elas se movimentem ao mesmo tempo.

 Deve ser constituída por imãs, pois a meu ver são os únicos objetos que podem gerar energia interna dentro do sistema, o que é essencial para se construir um moto - continuo. Isso explica porque os que foram criados com a finalidade de gerar um desequilíbrio no sistema através da gravidade falharam, pois a energia vinha de fora.

 A energia gerada a cada ciclo deverá ser mais que suficiente para completa- lo, para que assim ele esteja com uma determinada quantidade de energia ao completar o ciclo e adquira a mesma quantidade novamente e possibilite o acumulo de energia.  O sistema não deve receber energia externa, pois caso o faça seria explicado pelas leis termodinâmicas, e entraria em desacordo com as mesmas.  Apesar da maquina ser construída com imãs, os mesmos devem girar em direções opostas para que não haja um confronto entre os componentes magnéticos e faça com que as partes gastem energia desnecessariamente.  Após a maquina estar concluída, os campos magnéticos dos imãs iram se repelir fazendo com que as partes girem de forma harmônica. Deve haver duas partes girando em uma direção e uma em outra, para que não haja um impasse na hora de decidir em que sentido as partes iram girar.  o moto-continuo é uma maquina que absorve energia com a mesma finalidade de todas as outras, mas o trabalho produzido não tem por finalidade agir  no exterior, e sim dentro do próprio sistema.
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