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O vestuário como forma de expressão atraves da arte (texto não-jurídico)

Carini Piazza Martins

    Introdução


  O artigo apresenta a pesquisa para o trabalho de conclusão de curso (TCC) desenvolvida com a ideia de relacionar a arte e a moda, partindo de seus conceitos, da historia do vestuário e das possíveis relações. Esta discussão se estende a muitas épocas. Vários autores defendem a moda como sendo parte integrante da arte e por outro lado, outros autores defendem a idéia que a arte é totalmente independente da moda, e a moda independente da arte. Portanto, foram elencados três pontos de relação: a moda como sendo uma arte, a relação do artista com a moda e a relação do estilista com a arte.


    1. Conceituando arte e moda


  O conceito de arte pode ser definido como sendo uma forma de expressão, com base nos autores citados, e tem a função de exprimir sentimentos, ideologias, criticas, entre outros; de forma geral, a arte assume um papel comunicativo de teor estritamente subjetivo, com isso sendo algo sem funcionalidade prática, sem a possibilidade de um uso no cotidiano.

 Segundo Tolstoi (2002, p.76) arte é

 [...] a atividade humana que consiste em um homem comunicar conscientemente a outros, por certos sinais exteriores, os sentimentos que vivenciou e os outros serem contaminados desses sentimentos e também os experimentar.

  Posteriormente, o conceito de moda também pode ser definido como sendo uma forma de expressão, mas com a função de exprimir um padrão para uma ideia, comportamento ou sentimento, se tornando algo funcional, pois cada pessoa que a utiliza estará incluída dentro de uma classe social ou grupo.

 Joffily (apud Treptow, 1999 p.27) sintetiza:

  Moda é o fenômeno social ou cultural, de caráter mais ou menos coercitivo[1], que consiste na mudança periódica de estilo, e cuja vitalidade provém da necessidade de conquistar ou manter uma determinada posição social.

  A moda busca expressar um padrão diante das classes sociais e das épocas sendo considerada então efêmera[2] e com o objetivo de dividir ou unificar idéias e comportamentos. Seu maior expositor pode ser considerado como sendo o vestuário, pois ele esta ligado ao homem desde o inicio da vida, desta maneira é necessário entender como o vestuário se tornou tão íntimo do homem e como a moda ganhou força dentro de sua história.


    2. O vestuário


  O vestuário varia em diferentes partes do mundo, e essa diferença ocorre porque os indivíduos usam-no por motivos distintos, utilizam materiais e técnicas variadas em sua confecção seguindo padrões diversos de tradições de vestuário. Limitar a modelagem do vestuário sob uma visão do seu desenvolvimento nos mostra um constante aperfeiçoamento de técnicas. O vestuário, utilizado como fusão entre o corpo e a cultura, tem diversas funções cujas origens são complexas. Segundo Monteiro (2002) os acontecimentos históricos refletem na maneira de vestir das pessoas; guerra, momentos de riqueza ou pobreza, influência religiosa enfim, todas as fases vividas pelo homem influenciaram a vestimenta.

  Talvez o motivo principal e verdadeiro do surgimento da roupa, tenha sido mesmo o combate ao frio, encontramos em Laver (1989, p. 7), “ao longo da história não houve muita variação quanto a esse aspecto, e é possível encontrar tipos intermediários.

  O vestuário passou por longas transformações e adaptações, que ao longo do tempo, as técnicas para utilizar as peles de animais foram aprimoradas, chegando até a descoberta da fibra, na qual, começou a desenvolver a vestuário mais elaborado. Nesta época, o uso de materiais diversos, fez com que a vestimenta ganhasse um valor estético e simbólico dentro das civilizações, os modelos foram mudando de comprimento, alguns mais adornados e outros mais simplificados.

  A partir de 1850, influenciada pela prosperidade e revoluções em toda a Europa, a moda vem surgindo com novas tecnologias. Os industriais causaram controvérsias, implantando a máquina a vapor e mais tarde a eletricidade.

  Sendo assim, com as produções em serie e produtos derivados do petróleo, inicia-se uma corrida não apenas cultural, mas sim a tentativa de padronização de toda a sociedade. Além disso, a indústria também tinha a ambição de buscar prestígios e lucros, característica essencial do capitalismo.

  A iniciativa de padronizar pode ser considerada como sendo uma forma de manipulação, onde é possível perceber que o vestuário não era apenas uma necessidade como nas eras primitivas para proteção contra os efeitos do clima, mas sim uma necessidade criada para aceitação dentro da sociedade capitalista. Outro ponto é a velocidade de mudança dos padrões, onde antigamente respeitava-se uma cronologia lenta e que hoje é de forma acelerada, sendo visibilizada nas constantes mudanças de tendências no mundo da moda.

  Portanto, o vestuário por ser íntimo ao homem e estar estritamente ligado as suas necessidades, tornou-se um meio de comunicação de grande impacto na vida das pessoas. A seguir será analisada uma possível ligação entre arte e moda, e como cada conceito interage com o ser que a utiliza.


     3. Arte e Moda: Relações Possíveis

    3.1. A moda como a arte


  A moda colocada como arte é um tema que vem sendo levantado há algum tempo, nesse mesmo posicionamento Hollander (1996 apud Shulte, 2002) classifica que:

 [...] a moda é uma arte moderna, pois suas mudanças formais ilustram a idéia de um processo em movimento, como outras formas de arte moderna têm feito; ela sempre é uma representação. A moda faz a sua própria seqüência de imagens criativas em seu meio formal particular, o qual tem a sua historia especifica, ela não cria simplesmente um espelho visual direto dos fatos culturais. [...] Elas formam uma arte seqüencial, uma projeção emblemática da vida, um análogo visual do tipo experiência comum que se baseia nos fatos sociais [...] sempre fluindo através dos tempos.

  Hollander definiu claramente um ponto de vista sobre um contexto temporal, onde a moda e a arte nasceram de um contexto social e seus conceitos vão mudando durante tempo. Porém outros autores consideram a moda e a arte como sendo simplesmente formas de expressão humana, e que a moda toma a função de instrumento artístico.

  Outra proposta é a de Souza (1996, p.40-41), referindo-se a questão do movimento na moda:

 [...] enquanto o quadro só pode ser visto de frente e a estatua nos oferece sempre a sua face parada, a vestimenta vive na plenitude não só do colorido, mas do movimento [...], recompondo-se a cada momento, jogando com o imprevisto, dependendo do gesto, é a moda a mais viva, a mais humana das artes.

  Nesta perspectiva, Souza traz a discussão a questão do movimento, quase que fazendo uma relação ao conceito de performance, que será estudado adiante, como sendo parte essencial para a humanização da arte. Sendo a assim a moda recebe o valor de dar vida a obra de arte e torná-la algo que interaja com o sujeito que a utiliza.


    3.2. O artista e a moda


  O vestuário fora do seu uso cotidiano pode receber vários adjetivos, porém não pode ser considerado como algo insignificante ou meramente inocente, pois nunca estará sozinho, trazendo consigo, objetivos a serem atingidos. Segundo as épocas e seu intérprete - artista ou estilista- será tanto a expressão de uma idéia quanto a crítica de uma sociedade. (MÜLLER, 2000)

  Nesse período, os artistas mais significativos, ficam contra a continuidade de formas do passado, rejeitando o culto da beleza eterna e a arte de museu fugindo de regras artísticas. Suas revoltas constituíram o apoio em torno do qual se desenvolveram os movimentos artísticos. O vestuário foi usado como suporte de expressão. Distanciando-se, ao mesmo tempo, da obrigação de retratar as pessoas com suas roupas e registrar somente seus trajes.

  O movimento futurista surge em 1909 e é fundamentada em um decorativismo cromático abstrato. O artista deveria atuar sobre todos os elementos da vida cotidiana além das artes plásticas. Era preciso introduzir na arte, o ritmo e a dinâmica industrial em sintonia com a realidade social, colocando a noção de tempo, espaço, ação e corpo, misturando a exaltação do progresso e o encontro entre arte e vida, se empenhou na arte-ação, que deveria mudar o mundo e o homem.

  Em 1914, o artista Giacomo Balla escreve o manifesto “Vestido antineutral”, em que coloca a roupa no lugar de desejosa por alterações na pele, revolucionando as formas através do corte e das transformações. Mais que uma renovação da moda, o movimento pretendia abolir o sistema da moda em vigor, redesenhando o vestuário como obra de arte.

  Em 1924 André Breton funda o movimento surrealista, com a tentativa de expressar o “eu” interior do artista em plena liberdade sem intervenção da razão que nos condiciona e nos obriga a reprimir instintos e sentimentos. Para adquirir esta liberdade é necessário que nos deixemos guiar pelo inconsciente como se estivéssemos sonhando.

  O movimento surrealista enfatiza o papel do inconsciente na atividade criativa, modifica igualmente o registro da moda e de sua tradução em imagens, que foram produzidas dentro do espírito surrealista e que acentuam o caráter naturalmente irreal das criações da alta-costura por meio de encenações oníricas[3].

  Salvador Dalí (1904-1989) foi um dos principais artistas desse movimento, criando o Paletó de Smoking Afrodisíaco uma revolução no entendimento da relação entre arte e moda.

  A arte contemporânea surge por volta de 1960, marcando a união de diversos estilos, movimentos e técnicas. Definir-la em toda diversidade de arte, é algo difícil, pois esse período busca inovações na qual se deu uma ruptura com a arte clássica. Jeanne-Claude (1935-2009) e Christo (1935) um casal de artistas criam o Vestido de Noiva (1961), que expressa uma visão crítica do casamento, submetem a roupa transformações como evocar o peso do casamento levantando um fardo que se arrasta por amarras.

  Vivendo em um contexto incomum, Arthur Bispo do Rosario (1909-1989) passou grande parte de sua vida internado em uma instituição para alienados mentais. Suas obras eram constituídas por objetos, instalações, estandartes e trajes bordados, com uma riqueza de detalhes tanto em seu exterior quanto ao seu interior. Para confeccionar seus trajes, usava tecidos de lençóis, cobertores, pano de chão, que os bordava com fios desfiados dos uniformes dos internos. Aplicando sobre eles cordões, medalhas e todo tipo de materiais que recolhia, comprava ou ganhava. Os mantos eram elaborados com o intuito de levar a Deus.

  A artista Nazareth Pacheco (1961), através de materiais ofensivos, cria um vestido com cristal, lâminas de gilete e miçangas. O vestido inspira sedução, mas as laminas tornam a peça fatal, denunciando o fio da navalha. Segundo Coelho (2000, p.21) “a sensação imediata de quem olha é a ambivalência entre machucar e ser machucada que faz parte do jogo de exposição e ocultamento implicado na própria necessidade de vestir”, fazendo parte de um jogo polivalente de seduções e perversidades da artista. Nazareth conjuga sua experiência pessoal em cirurgias, de procedimentos invasivos sob uma visão crítica da busca pela beleza a qualquer preço.

  É possível analisar dois contextos diferentes na relação entre moda e arte, o primeiro é numa visão em que o vestuário tem de ser um produto consumível e que a arte tem aspecto de “estampa” para um modelo de roupa, por outro lado é o vestuário suporte para a obra de arte, onde a arte não pode ser consumível e muito menos funcional ao cotidiano, onde a roupa só é usada em meio de uma performance para os apreciadores, no qual podendo passar algum conceito ou não. Com isso os artistas não tentam lançar nenhum tipo de modelo ou estilo a ser consumido, este papel cabe ao estilista, mas há uma discussão sobre se o estilista pode ser artista, e qual sua relação com a arte.


    3.3. O estilista e a arte


  É preciso entender que a moda trabalha com as mesmas questões formais e estéticas da arte. Assim como um pintor ou escultor, o estilista ao criar um modelo tem que resolver as questões do espaço, das dimensões, das linhas, dos volumes, das cores, dos ritmos, do equilíbrio e da harmonia. Alguns estilistas usam a arte como fonte de inspiração, apropriando-se das imagens, das cores do estilo de uma obra de arte ou ainda do conceito, desenvolvendo assim estampas e formas. (Souza, 1996).

  Observando que o estilista se apropria dos mesmos métodos do artista na criação de sua peça, então o estilista pode ser considerado um artista. Porém há uma diferença com relação ao modo em que ambos agem em relação ao consumo, com isso Cidreira (2005, p.136) afirma que:

  O estilista é visto e reconhecido no mundo da moda como um criador, que diante de varias ideias e propostas, antevê presente o que poderá ir ao encontro dos anseios e desejos do consumidor em geral.

  Então é possível notar que um artista e um estilista podem ser considerados dois elementos criadores, sendo que um cria para o consumo (estilista) e o outro para a apreciação (artista). Há a ideia em que o estilista é também um artista quando assume o comportamento correspondente a cada um.

  Elsa Schiaparelli, por exemplo, foi uma das maiores estilistas italianas que conseguiu trabalhar com os conceitos de moda e de arte, criando vestidos, chapéus e acessórios. Segundo Mendes e Haye, (2003, p. 95) “Schiaparelli foi a primeira estilista a trabalhar com coleções temáticas. Suas roupas eram admiradas pela elegância e perfeito acabamento, de admiráveis detalhes”.

  Em 1965, Yves Saint-Laurent, uniu moda e arte ao criar o vestido tubinho inspirados nos trabalhos de Piet Mondrian (1872-1944), (que usa um vocabulário restrito às verticais e horizontais e às cores puras). O vestido se tornaria um ícone da moda. A moda festejou a cor, a criatividade, a geometria e materiais novos. (GARCIA, 2010).

  A primeira possibilidade é a relação do artista com a moda, que se resume no artista que se apropria de uma peça do vestuário da moda e a torna em uma obra de arte, modificando a sua função (mudando a estrutura, dando adereços, entre outros), a torna imprópria ao uso cotidiano, portanto, o seu uso só é concebido em um meio, onde poderá ser apreciada artisticamente.

  Outro exemplo a ser mencionado, é Alexander McQueen, o elitista faz de suas roupas um produto da fragmentação de ideais que acompanha a moderna sociedade, que questiona a própria beleza em busca de uma beleza ideológica do bizarro para revolucionar a ordem da elegância típica da alta-costura e da grande indústria das confecções. (Cordeiro, 2010)

  As ideias do estilista Jum Nakao superaram o conceito de moda como o simples ato de vestir roupas. Para ele, moda é um meio de comunicação que propõe um novo olhar sobre o mundo e que, por isso, tem um grande potencial transformador. (MIYAJIMA, 2010)

  Em 2004, Nakao ficou conhecido mundialmente ao realizar um desfile inovador no São Paulo Fashion Week (SPFW) em que, ao final, as modelos rasgavam as roupas de papel vegetal, foi denominada A Costura do Invisível, onde o estilista chama atenção para o luxo, questionando a necessidade das pessoas enxergarem além do que é visível, das aparências, delas perceberem a importância das coisas banais e, dessa forma, restaurarem a sensibilidade.

  Analisando o vestuário através dos tempos, percebe-se que a arte e a moda muitas vezes falam a mesma língua e utilizam elementos similares para expressar suas ideias. Os temas abordados pelos artistas e estilistas variam, podendo comunicar “tanto a expressão de uma ideologia quanto a crítica de um sociedade ou reflexo de uma confusão de gêneros” (MÜLLER, 2000, p.4).


    4. Performance


  Uma das características da arte contemporânea que dá suporte para o uso da performance numa quantidade mais elevada, ou melhor, fazendo dela um aspecto essencial, é a interação da obra de arte para com o publico. Nesse sentido o público não apenas observa, mas faz parte do movimento. Para Medeiros (2005, p. 165):

  Artista, obra, público são elementos estéticos da performance. O quarto elemento estético é o tempo. A performance artística se dá no tempo, sua efemeridade é condição. Os registros permanecerão registros, e, por permanecerem, estarão semimortos, ainda que capazes de leves ressonâncias. Os registros são apenas obscuro reflexo, eco ensurdecido de um prazer para sempre estancado.

  Como primeira e importante referência brasileira de performance, destaca-se Flávio de Carvalho (1899-1973) com um projeto de intervenção por ele denominado Experiência nº 3, realizado em uma rua de São Paulo em 1931, no qual o artista se vestiu de maneira provocativa e caminhou no sentido contrário à procissão.

  Flávio de Carvalho caminhou pelo centro de São Paulo em meio ao público de passantes, vestido com um conjunto unissex de saiote verde pregueado, blusa amarela de nylon com mangas bufantes e buracos sob as axilas.

  Outra experiência importante é do artista Hélio Oiticica. Que desenvolveu nos espaços do cotidiano uma forma de deslocamento para dentro de um espaço institucional de arte. Em 1964, Hélio Oiticica criou os Parangolés, os estandartes, as tendas e capas para serem usados pelos espectadores, relacionando elementos com música e movimento.

  É possível definir que a performance na obra de arte assume um aspecto dinâmico, pois com a velocidade das idéias sobre arte mudam conforme o tempo, o ato de movimentação é parte integrante de uma concepção que traz o observador para dentro da obra. A roupa como simples vestuário conota numa perspectiva morta, porém a roupa artística junto ao movimento performático é a arte ganhando vida, a qual num contexto social, acelerada por um crescimento de valores econômicos se tornou algo secundário.


    5. Considerações finais


  A discussão projetada na pesquisa é em torno da relação entre arte e moda. Muitos autores defendem a hipótese de que a moda pode ser considerada uma arte. Após a análise dos artistas e estilistas que trabalham com estes conceitos, mostrando que vários destes assumem duas possibilidades de criação.

  A primeira possibilidade é a relação do artista com a moda, que se resume no artista que se apropria de uma peça do vestuário da moda e a torna em uma obra de arte, modificando a sua função (mudando a estrutura, dando adereços, entre outros), a torna imprópria ao uso cotidiano, portanto, o seu uso só é concebido em um meio, onde poderá ser apreciada artisticamente.

  A segunda possibilidade é a relação do estilista com a arte, que se trata do estilista em se apropriar de uma obra artística para torná-la funcional, tal como exemplo o uso de imagens de obras artísticas como estampas ou o uso de suas formas. Ambas as possibilidades, usam da performance para expor suas obras, idéias e conceitos, tratando-as de forma a atuar junto com o publico.

  Conclui-se que a hipótese que considerava a moda uma arte como sendo inaplicável às possibilidades criativas apresentadas. Assim sendo, mostra que a moda é independente da arte, com a contraposição verdadeira, onde as criações assumem funções divergentes. Porém, esta ideia não pode ser considerada extremamente conclusiva, podendo então ser tomada como hipótese para possíveis pesquisas futuras. 


    6. Rerências bibliográficas


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