As cartografias aqui desenvolvidas não têm a intenção de esgotar tudo o que há para se cartografar ou criar o supermetamapa do conhecimento. Não se espera que sejam sempre coerentes, precisas, únicas e formem um sistema perfeito. São representações de parcelas do conhecimento, de parcelas de informações, dentro de uma vastidão interminável e mutável.
Mapas tendem a facilitar nossas buscas. Alguns nos levam ao X do tesouro, outros a nos perdermos no meio de uma cidade. Cartografar é uma criação humana, tanto como utilizar os mapas. E isso depende, portanto, de quem o faz e de quem o interpreta.
E é nesse sentido que buscamos realizar as cartografias aqui presentes.